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Mercado publicitário cresce 13,89%

Cinema, TV paga e internet registraram maiores altas; TV aberta lidera share, com 65,39% do total
 
O investimento publicitário alcançou R$ 6,5 bi entre janeiro e março deste ano e cresceu 13,89% (sem descontar a inflação) em relação ao mesmo período de 2011, revela o Projeto Inter-Meios. O faturamento publicitário no primeiro trimestre do ano passado foi de R$ 5,7 bilhões.
 
Todos os meios receberam mais investimentos em 2012 do que no ano passado, com destaque para Cinema, que cresceu 38,45%; TV por Assinatura, com 27,14%; Internet, com 24,85% de aumento. Em perspectiva, esses têm sido os meios com os maiores registros de crescimento nos últimos relatórios do Inter-Meios. O menor crescimento foi verificado em Revista, com 0,92%.
 
A posição das maiores receitas publicitárias e participação no share permanecem inalteradas, com liderança da TV Aberta (65,39%), Jornal (11,93%) e Revista (5,53%). Desde janeiro, o Projeto Inter-Meios registra os investimentos nas operações online dos jornais, que, no trimestre, alcançaram 0,43% do total investido. As menores participações no bolo publicitário são de Cinema (0,26%) e Guias e Listas (0,9%) (veja detalhes no gráfico abaixo).
 
O Projeto Inter-Meios é um relatório de investimento em mídia no País a partir dos dados de faturamento publicitário fornecidos diretamente pelos veículos. O Meio & Mensagem coordena o projeto.
 

 
Fonte: meioemensagem.com.br
 

14 milhões de domicílios brasileiros têm TV paga


Com 283,8 mil adições líquidas em abril de 2012, o Brasil fechou o segundo bimestre com quase 14 milhões de domicílios com TV por assinatura. O crescimento registrado representa uma evolução de 2,07% em relação a março de 2012 e 30,98% em relação a abril de 2011. Foram mais de 3,3 milhões de novas assinaturas em 12 meses. Considerando-se o número médio de 3,3 pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE, os Serviços de TV por Assinatura são distribuídos, atualmente, para aproximadamente 46,1 milhões de brasileiros.
 
Os serviços de TV por assinatura são prestados utilizando-se de diferentes tecnologias: por meios físicos confinados (Serviço de TV a Cabo – TVC), mediante utilização do espectro radioelétrico em micro-ondas (Serviço de Distribuição de Sinais Multiponto Multicanal – MMDS) e na faixa de UHF (Serviço Especial de Televisão por Assinatura – TVA), e ainda por satélite (Serviço de Distribuição de Sinais de Televisão e de Áudio por Assinatura Via Satélite – DTH).
 
A participação dos serviços prestados via satélite (DTH) atingiu 57,1% da base e a dos serviços a cabo alcançou 41,4% dos assinantes. Em abril de 2011, os serviços DTH representavam 49,2% do mercado nacional e os serviços prestados via cabo possuíam 48,1% de market share.
 
Em abril de 2012, o DTH, com a adição de 234,83 mil assinantes, cresceu 3,0%. O universo de assinantes que recebem os serviços via TV a cabo registrou acréscimo de 57,6 mil novas assinaturas – crescimento de 1,0% em abril. As prestadoras de MMDS, por sua vez, perderam 8,6 mil assinantes no mesmo período, o que representou queda de 4,0% de sua base.
 

A variação na base do serviço TVA é resutado da alteração na metodologia de contabilização das assinaturas por parte de algumas prestadoras. Anteriormente, as prestadoras informavam o número de edifícios assinantes do serviço. Agora, cada unidade é considerada como um assinante.
 
Regiões e Unidades da Federação
 
Enquanto as regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste apresentaram índices de crescimento acima da média nacional, as regiões Sul e Sudeste registraram crescimento inferior. Entretanto, das 3,3 milhões de novas assinaturas registradas nos últimos 12 meses, quase 2,4 milhões ocorreram nas regiões Sul e Sudeste.

Entre as Unidades da Federação, destacam-se o Distrito Federal e os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, por terem registrado desempenho acima da média nacional, quanto à densidade dos serviços de TV por Assinatura.
 
Fonte: adnews.uol.com.br