Arquivo da Tag marketing

Coca-Cola cria vídeo com mais de 1 milhão de folhas de Post-it


Ler Mais

Movimento no comércio cresce 4,1% em maio


O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado nesta terça-feira 5, mostra que o movimento dos consumidores nas lojas em todo o País avançou 4,1% em maio deste ano, registrando a maior variação mensal desde agosto de 2007.
 
Na comparação com o mesmo mês de 2011, o crescimento foi de 9,8%, e no acumulado deste ano a atividade varejista cresceu 7,1% em relação ao mesmo período – janeiro a maio – do ano anterior. A chegada do Dia das Mães e a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) estimularam a alta.
 
Segundo a Serasa Experian, a redução do IPI no segmento de veículos e a volta dos feirões impulsionaram o movimento no setor de automóveis, motos e peças, acarretando um crescimento de 4,9% em maio, a maior alta mensal desde agosto de 2011.
 
Com o Dia das Mães, o segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática cresceu 3,2% em maio. Os demais setores do varejo nacional também registaram crescimento significativo no movimento dos consumidores.
 
Fonte: meioemensagem.com.br
 

10 mandamentos de inovação do criador do Post-it


Ao contrário do que muitos pensam, o Post-it, um dos maiores símbolos de inovação no mundo, não foi criado acidentalmente, como uma cola que não fixava e só depois ganhou uma função. O produto foi pensado em 1974 por Art Fry, cientista na 3M por mais de 40 anos. Na época, Fry criou protótipos utilizando a cola que o colega Spencer Silver tinha desenvolvido.
 
O teste de aplicação decisivo veio em um ensaio do coral da Igreja Presbiteriana do Norte, em Minnesota, onde Art Fry cantava. Na ocasião ele utilizou a cola em pedaços de papéis para marcar as páginas. “Como cientista da 3M, eu estava trabalhando com os 15% que a empresa destina aos funcionários para desenvolverem novas ideias”, explica o criador do Post-it.
 
Como todo inventor de um novo produto, Fry não tinha dúvidas de que o bloco de recados autoadesivo e reposicionável seria bem sucedido. No entanto, pesquisas indicavam que não havia mercado para a invenção, ou, pelo menos, um mercado muito pequeno para notas autoadesivas.
 
“Porém, as pessoas dentro da 3M que usaram minhas amostras gostavam do produto e usavam um monte deles. Sabia que o produto ia ser útil e, eventualmente, um sucesso, mas não previa a sua utilização em nível mundial, na quantidade que ele está sendo usado hoje”, reconhece.
 
O mundo de hoje, no entanto, está sob a discussão sustentável, da utilização decrescente de diversos recursos, incluindo o papel, e do aumento da utilização de mídias digitais. Seria este um problema para a continuidade do sucesso do Post-it?
 
“A internet, os telefones celulares e os computadores tendem a fazer as pessoas usarem mais Post-its. Quando estamos conversando com alguém e temos uma ideia, ou quando se quer capturar alguma informação, é fácil pegar um Post-it e escrever enquanto está segurando o telefone, por exemplo. Registrar as ideias que podemos usar mais tarde é uma coisa valiosa para as pessoas que estão trabalhando duro todos os dias”, acredita.
 
Aos 80 anos e depois de entrar no Hall da Fama dos Inventores dos Estados Unidos, o norte-americano Art Fry ainda tem vontade de criar. “Há muitas invenções de impacto que envolvem o meio ambiente. Na verdade, existem tantos problemas que o mundo enfrenta hoje que eu adoraria começar de novo”, afirma o hoje embaixador da 3M, que percorre o mundo ministrando palestras sobre a cultura de inovação e sobre os conceitos e elementos que a torne possível. A seguir, ele elenca 10 conselhos para quem quer inovar.
 
1 Tenha uma ampla educação em tecnologia.
 
2 Seja curioso e questione tudo.
 
3 A melhor maneira de aprender é tentar fazer as coisas sozinho. O que pode parecer simples, muitas vezes acaba por ter um alto nível de complexidade que você vai ter de aprender.
 
4 Eu gosto da declaração de Thomas Edison de que você precisa de um bom conhecimento técnico, curiosidade e uma grande pilha de lixo. Inventores têm de ser capazes de comunicar e vender suas ideias. Aprenda a falar e escrever bem.
 
5 A vida é muito complexa. Você pode não saber como fazer tudo sozinho e, por isso, deve aprender a trabalhar com outras pessoas que têm habilidades que você não tem.
 
6 Faça as coisas pelas razões certas. Se sua intenção é fazer produtos honestos que resolvem problemas reais na vida, você tem uma chance melhor de ser bem sucedido. Seu coração vai lhe dizer se você está fazendo isso pelas razões certas.
 
7 Você tem que beijar muitos sapos para encontrar um príncipe. Não se preocupe em falhar. As coisas que você aprende a partir de projetos que não viram sucesso, muitas vezes têm as sementes de conhecimento que você precisará mais tarde para encontrar o sucesso. As coisas que eu aprendi em projetos que falharam me ensinaram as habilidades que eu precisava para garantir o êxito do Post-It.
 
8 Toda vez que você aprende algo novo, é como comprar um novo par de olhos que lhe permite reconhecer coisas que você não tinha notado antes. Portanto, a mente de cada pessoal é como uma enciclopédia específica que lhe permite ver o mundo de uma forma diferente, reconhecendo os problemas, e tentando descobrir soluções que os outros podem não ver.
 
9 Trabalhe em coisas que lhe dão energia. Há muitas boas ideias circulando ao redor, mas o sucesso pertence àqueles que estavam dispostos a passar por cima de todas as barreiras que surgem até o sucesso. Nem sempre é o mais brilhante que terá sucesso, mas o mais difícil.
 
10 A vida passa rapidamente. Tire um tempo para apreciá-la. O problema é que quando você está gostando de algo, sua vida, por exemplo, o tempo passa ainda mais rápido.
 
Fonte: exame.abril.com.br
 

Marketing promocional faturou R$ 39 bi em 2011

Dados divulgados pela Ampro mostram que o setor teve um crescimento de 18,9% em comparação ao mesmo período do ano anterior
 

O mercado de marketing promocional faturou R$ 39,6 bilhões em 2011, o que representa um aumento de 18,9% em relação ao ano anterior. Os dados foram divulgados esta semana pela Associação de Marketing Promocional (Ampro) e fazem parte do primeiro Anuário Brasileiro de Marketing Promocional.
 
Segundo os índices divulgados, o setor vem apresentando um crescimento de 17% ao ano e, em 2012, os investimentos em ações no ponto de venda, eventos corporativos e promoções com utilização da mídia (tradicional, internet e redes sociais) deverão ultrapassar os R$ 40 bilhões.
 
O Anuário mostra ainda a divisão do faturamento das agências brasileiras. Do valor total, 3% são investidos para a participação em concorrências ou apresentação de projetos, 12% nas despesas com mídia e divulgação, 21% na produção para execução das ações, 20% para manutenção das estruturas promocionais, 13% com despesas de pessoal e 25% em obrigações tributárias. Já a margem de lucro das agências representa 3%.
 
Fonte: exame.abril.com.br
 

Como se comportam 80 mi de brasileiros na internet

Estudo do IAB Brasil traça os hábitos e as preferências dos consumidores na web, que passam cada vez mais tempo conectados e mostram-se receptivos ao marketing digital
 

Os brasileiros estão passando cada vez mais tempo online, mostram-se receptivos ao marketing digital e mais confiantes na internet. É o que indica o estudo “Como 80 milhões de brasileiros acessam a internet no Brasil”, desenvolvido pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), em parceria com a comScore, para compreender a audiência online no país e os hábitos dos consumidores no ambiente digital.
 
De acordo com o levantamento, 36% dos entrevistados passam ao menos duas horas por dia navegando na internet para fins pessoais. A web também é a atividade preferida por todas as faixas etárias, de renda, gênero e região: se tivessem 15 minutos livres, 62% dos respondentes optariam por dedicar a atividades online.
 
“O usuário brasileiro está cada vez mais conectado e por mais tempo, seja acessando pelo computador, tablet ou celular. O tempo de consumo só tende a crescer, com pessoas acessando a internet em vários dispositivos, inclusive o televisor”, explica Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil.
 
Maior participação dos dispositivos móveis
 
De 6 a 14 de fevereiro, a pesquisa entrevistou 2.075 pessoas usuárias de internet, entre 15 e 55 anos, sendo 51% homens e 49% mulheres. A presença da web é tanta, que, em casa, o uso já supera o de jornal pela manhã (69% contra 14%, respectivamente) e o de TV à noite (78% acessam a web no período contra 46% que assistem à televisão).
 
Para 80%, a internet é considerada a mídia mais importante. A TV foi citada por 50% dos pesquisados e o jornal por apenas 37%. Mesmo quando estão assistindo à televisão, 61% costumam estar navegando online. A frequência de acessos à rede também é maior. Enquanto 79% afirmam conectar na internet várias vezes por dia, 56% assistem à TV mais de uma vez no mesmo período.
 
A mudança de comportamento está ligada ao crescimento da participação de dispositivos móveis. Desktops ainda são a principal forma para acessar a web, com 77%. Os laptops, no entanto, já somam 59% dos acessos e os smartphones, 40%. Tablets em geral e iPads também vêm ganhando representatividade, com 16% e 15%, respectivamente.
 
Não é à toa que a internet é a mídia mais utilizada em lugares e situações como trabalho (60%), na casa de amigos ou familiares (52%,) escola (44%), restaurantes e cafés (44%), em reuniões com amigos (43%) e no shopping/fazendo compras (34%).
 
E-commerce em expansão
 
A penetração da web e a mobilidade colaboram para o fortalecimento e a expansão do e-commerce. Além de 65% afirmarem que pesquisam na internet produtos que gostariam de comprar online, 60% já consideram o ambiente digital o mais conveniente para fazer compras.
 
“Algumas mudanças saltaram aos olhos. A primeira delas é a confiança na internet, que aumentou muito, devido ao número de pessoas que passaram a fazer compras online (32 milhões no total, segundo dados da e-bit)”, conta o diretor executivo do IAB Brasil.
 
A expansão do e-commerce também está ligada à aceitação cada vez maior de ações de marketing digital por parte dos consumidores. De acordo com a pesquisa, os anúncios na internet são os que menos incomodam (36%), são os mais criativos (49%) e os mais verossímeis (37%).
 
Na opinião de 57% dos entrevistados, as ações de marketing online têm motivado a comprar produtos (57%) ou visitar lojas anunciadas (56%). Já 60% dizem ser incentivados a buscar mais informações sobre os produtos oferecidos. “Acreditamos que em 2015 50% das pessoas que acessam a internet no Brasil estarão comprando online. No ano passado foram 32 milhões, então, se em 2015 a internet brasileira deve estar com mais de 100 milhões de usuários, é provável que 50 milhões estejam comprando online”, ressalta Meneghini.
 
Fonte: exame.abril.com.br
 

Marca de água cria site mais fundo do mundo

Intenção é mostrar que a água da Borjomi fica bem mais embaixo que as fontes normais
 

Você olha na escala e acha que está chegando na água, mas se prestar atenção vai perceber que a fonte da Borjomi, na Geórgia, é bem mais embaixo: cerca de oito quilômetros
 
Para mostrar isso na prática, sem que você precisa sair da frente do seu computador, a Ogilvy da Ucrânia criou o site com a “maior rolagem do mundo”.
 
Enquanto você desce – além das estatísticas de tempo, profundidade e quantas pessoas estão online naquele ponto – o site vai apresentando informações e curiosidades sobre a região e coleta da água.
 

 
Fonte: exame.abril.com.br
 

No Brasil, 14% da população já tem um smartphone


 
O Google divulgou nesta terça-feira novos dados sobre o panorama da implantação e do uso de smartphones em 40 países, entre eles o Brasil, onde esses aparelhos ganham cada vez mais terreno.
 
A empresa publicou as estatísticas atualizadas através de seu portal Our Mobile Planet, um site lançado em outubro de 2011 e que permite combinar diferentes variáveis e criar gráficos a fim de entender melhor como esses dispositivos são empregados.
 
Segundo a pesquisa realizada pela empresa Ipsos MediaCT, 14% da população brasileira já tem um smartphone. Na América Latina, essa porcentagem só é superada na Argentina (24%) e no México (20%).
 
A pesquisa mostra ainda que não é só a implantação desses dispositivos que está aumentando, mas também o uso dessa ferramenta para navegar na internet.
 
No Brasil, 79% dos proprietários de um smartphone o usam para esse fim, e a maioria dos aparelhos tem sistema operacional Android, do Google.
 
Líder nos EUA, o iPhone ainda não tem grande presença no Brasil, segundo a pesquisa. EFE
 
Fonte: epocanegocios.globo.com
 

Empresa cria campanha usando QR Code com sombras

 
A rede Koreana Emart, vencedora em Cannes em 2011 quando inovou com as lojas impressas nas estações de metro da Korea, inova mais uma vez.
 
Suas lojas apresentavam baixa nas vendas durante o horário do almoço (12h as 13h), para incentivar o consumo nestes horários foram criados QR Codes, que eram completados com a luz solar, permitindo sua leitura somente entre as 12h e 13h.
 
Com a ação a Emart teve 25% de crescimento em suas vendas no horário, confira o vídeo case (em inglês):
 

 
Fonte: 1001ideias.com.br
 

Por que mais da metade dos lançamentos de produtos fracassam?


 
O fato é que a maioria dos novos itens colocados no mercado não atinge o sucesso porque não traz nada de novo ao consumidor. Básico, não? O pecado começa na gestão

 
Por Bruno Mello

 
O cenário na maioria dos departamentos de Marketing das empresas não está nada animador quando o assunto é inovação. De acordo com a Nielsen, a maioria dos novos produtos que chegam às prateleiras dos supermercados brasileiros fracassa. Nos últimos quatro anos, 54% dos lançamentos nos setores de alimentação, limpeza, higiene pessoal e medicamentos isentos de prescrição médica não tiveram êxito em seus objetivos.
 
Podemos olhar este resultado por dois ângulos. Há um lado que está no caminho certo e, diante das circunstâncias, deve ser destacado. Quarenta e seis por cento de produtos que atingiram seus objetivos é um número considerável diante da realidade. Não se deixar seduzir pelas cobranças diárias, pela avalanche de incêndios a serem apagados a cada minuto, pelas metas sem objetivos claros e pelos processos mal acabados é louvável.
 
Estes são os principais problemas enfrentados pelas organizações hoje, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes. A urgência em vender mais diante da perda constante de clientes leva os executivos a lançarem mão de estratégias de curto prazo que não constroem marca, deixando de olhar para o futuro da companhia. Sem uma marca forte não há o mínimo de suporte para o lançamento de novos produtos. É difícil convencer o consumidor. É complicado convencer o chefe a investir mais e o varejo de abrir espaço na gôndola.
 
O erro está na Gestão
 
Os problemas diários a serem resolvidos indicam uma falha estrutural. O pecado está na gestão. Se há erros constantes, o planejamento e/ou os processos foram mal pensados e/ou executados. É necessário redobrar a atenção nestes dois aspectos fundamentais para todas as companhias. Sempre lembro do maior especialista em gestão que o Brasil tem, Vicente Falconi. “Imagine se estivéssemos preocupados com o funcionamento da nossa circulação? Isso é um processo. Se bem feito, ele acontece normalmente. Se não, nada que dependa dele vai funcionar”, enfatiza.
 
Lançar um produto com valor agregado e percebido pelo consumidor não requer uma inovação disruptiva. São poucos os produtos que conseguiram esta façanha e que mudaram para sempre o rumo da história do consumo. Há de se reconhecer esta dificuldade e, por isso, o percentual de lançamentos que obtêm sucesso tem em comum a crença de que é possível criar o novo a partir do diferente, de olhar e fazer o básico bem feito e não ficar preso à sopa de letrinhas das pesquisas tradicionais.
 
Como já falamos aqui, as marcas de maior sucesso praticam o Marketing de forma holística. Têm atenção cuidadosa com cada traço do perfil do seu target, tendo a consciência de que hoje as pessoas não são mais facilmente encaixadas em uma definição única. Somos cada vez mais complexos. Temos comportamentos distintos de acordo com cada situação, com cada momento que está em transformação. Inovar em um ambiente como este requer muito mais do que você possa estar fazendo.
 
Fonte: mundodomarketing.com.br